Dos stresses dos saldos

Eu e a minha mãe somos daquelas pessoas que não podem ir às compras juntas. Isto porque eu sou uma biscoita muito poupada (forreta, cof cof) e gosto de saltar de loja em loja para comparar preços e indumentárias, não vá encontrar uma coisa mais gira ou barata e me arrepender de ter gasto o dinheiro minutos atrás noutra peça, a mãe-biscoita é mais à loucura, sem exageros claro, mas é a filosofia do se é bonito e não vais à falência, leva. Ora pois estão a imaginar os embrulhos que se montam entre as duas, o que vale é que humor é coisa que não nos falta, por isso zangas e discussões sérias não é coisa que conheçamos. O resultado da guerra de hoje? A mãe ganhou-me na batalha dos sobretudos. Mas eu ganhei-lhe na das camisas, muahaha.

Das perdições


Não resisti a este diário de viagem, ò pra esta torre Eiffel e selos e semblantes de postais a chorar para os trazerem para casa.

De ir aos arames

A minha internet anda com ameaças de perder a ligação de cinco em cinco minutos vai para umas semanas, assim uma pessoa não se aguenta, é de ir aos arames.

Dos tempos livres

Okay, menos hannibal. Perdi-me das séries em geral menos hannibal.

Dos tempos livres

Sempre fui menina de ler durante as férias de verão e mudar para séries em período de aulas, mas séries em modo patrão, que todas as sextas lá estava eu sem falta a tirar o episódio semanal de modern family, the big bang theory, perception, hannibal, the middle, parks and rec e uma ou outra que me apetecesse eventualmente. Isto porque depois de um dia de aulas os meus olhos e o meu cérebro pediam descanso de páginas e letras, claro que com isto o meu ritmo de leitura abrandava e se há coisa que me faz alergia é ler livros a conta gotas. Preciso de ver a história avançar dia após dia, as personagens mostrarem-se hora após hora, ou vivo num mundo paralelo ao ritmo a que vivo neste ou não me serve ter um livro nas mãos. Desta vez estou do avesso e não sei porquê, perdi-me das séries, ou do vício nelas pelo menos, espreito o que aparece na televisão, aqui ou ali, ahh mas o papel preciso-o sempre comigo, esse irmão siamês que não separado dos meus contornos.

Das leituras

Todas as declarações de amor são incoerentes. Todos os amores são incoerentes. Há um acordo tácito entre quem ama e quem é amado: quando vires que isto que somos faz algum sentido dá-me um tiro na cabeça. Um amor tem de ser estrondoso - quanto mais não seja porque uma bala o termina. - Prometo Falhar, Pedro Chagas Freitas

Dos aconchegos para a alma

Uma caneca bem quente de café com leite de soja, fogo de artificio por todas as veias.