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Muitos risos.
As leis da Fisica
Não há amores novos de raiz. Há uma massa x com y*z partículas de amor dentro de quatro cavidades fechadas a vácuo que se recicla, Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma, amores velhos, usados, que já não servem um nós ou um nosso não escapam, não morrem, ficam senescentes à espera de um toque alheio, um olhar estranho, uma voz nunca escutada que os molde a uma outra face, saem então da aurícula, enchem-se de ar puro, retornam ao ventrículo e aí vivem, crescem, rebelam-se, esgotam-se. Repete-se o ciclo. A mesma massa de amor, as mesmas cavidades, a transformação contínua de uma equação matemática nas suas equivalentes.
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