The Grand Budapest Hotel
The Grand Budapest Hotel é daqueles filmes que vale a pena ver num ecrã grande. Os cenários são lindos, a banda sonora impecável, a história e as personagens uma doçura, com uns salpicos de humor muito subtis. E diga-se, o Ralph Fiennes faz um papel encantador.
Planos de 2014
Desde o inicio do ano que tenho conseguido ver um filme por semana como tinha planeado, ainda só falhei uma. Vamos lá ver até quando isto vai durar.
Ele há coisas
O meu priminho acabou de nascer e uma hora depois já está no facebook, embrulhado na sua manta ao colo da mãe, a receber likes de meio mundo. O nascimento ainda não foi registado, mas nas redes sociais já tem lugar marcado. Isto só visto biscoitos, só visto.
Das pérolas no armário
Estava a dar a volta ao armário onde tenho os livros antigos de infância e escondido debaixo de várias enciclopédias ilustradas encontrei um livro da bis leya, com uma lâmina de pó a querer esconder as letras mas sem uma folha dobrada. Ainda não sei de onde veio ou como lá foi parar, mas já foi reanimado e está pronto para ir para a minha lista de espera. Oh happy day.
Os tempos verbais
Já não sei conjugar verbos. Uma tarefa primária tão simples, brincar com sufixos numa lenga-lenga infantil, eu brinco, tu brincas, ele brinca, nós brincamos, vós brincais, eles brincam, ora no antes, ora no agora, ora no depois, cada acção recheada de futuros e pretéritos, Professora, mas se a perfeição no homem não existe como é que podemos criar passados mais que perfeitos? Conjugamos verbos a cada momento, com um gesto, com um olhar, com um sorriso, com um toque, sem esforço, algo tão natural como adormecer quando as pálpebras pesam, e tornou-se quase um conflito para mim. Já não sei conjugar verbos e lembro-me do dia em que o esqueci. O dia em que o meu ser presente quis conjugar no futuro o meu eu passado.
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