Das leituras
Não há nada como o tempo para mudar a cor à vida. - A República dos Corvos, José Cardoso Pires
Masterchef Portugal
Quão azelhas somos para termos a Bepantene a patrocinar um programa de culinária?
Das leituras
E a exclamação? Haverá melhor pingo de mel ou granada mais a prumo do que um ponto de exclamação? - A República dos Corvos, José Cardoso Pires
Das leituras
«Para terminar, é bom que a gente não deite fora, de ânimo leve, a tal hipótese dos animais interiores.» Prendia a mão do doutor Sequerra na dele. «Compreende? Não é verdade que de porco e de louco todos temos um pouco? E não é igualmente verdade que se queres ver o teu corpo mata o teu porco? Pense no significado destes provérbios, Doutor. E diga-me de quantos animais o homem é feito.» - A República dos Corvos, José Cardoso Pires
Das leituras
Decididamente, nesta cidade embalada em lendas tudo é fábula de museu. Cães sem dentes, gatos azuis, como se acabou de ver, pombas corruptas, tudo. Corvos, principalmente. Lisboa é uma república de corvos, tem estórias de corvos a dar com um pau. No entanto, se formos a ver bem, o que encontramos por toda a parte é bicharada de fábula, monstros domésticos disfarçados de canários, de cachorros, de saguis e de mil animais de estimação, e corvos, propriamente corvos, nada. Estão onde? - A República dos Corvos, José Cardoso Pires
Missão das próximas semanas
Andar com um bloco no bolso 24 horas por dia. E fazer listas, muitas listas.
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