Dos espirros e odinofagias

Cá em casa contam-se duas amigdalites e uma rinosinusite, ou estou a viver numa placa de Petri neste momento. Mas aqui continuo eu saudável da vida, meus leucócitos lindos a deixarem-me orgulhosa.

Pausas matinais

Aquele momento em que o consultório se transforma num estúdio de selfies enquanto esperam pelo próximo doente.

Dos livros no correio

Eis a minha nova companhia nas viagens de autocarro.

Das leituras

Se há finais que me vão ficar tatuados na memória, o d'O Espião que Saiu do Frio é um deles. Dois parágrafos que valem tudo. Leiam, leiam. Fantástico.

Medicinas diárias

- Eu às vezes como fígado de porco cru, assim só com um bocadinho de sal e alho, mas o médico disse que não tinha mal.

Dos smartphones

Estas novas tecnologias são muito sobrevalorizadas. O meu primeiro Motorola tijolo e o MC60 que se lhe seguiu duraram cada um mais de seis anos sem avarias e só os troquei porque já estava cansada de ter sempre o mesmo. Desde que mudei para touchs tem sido o descalabro, ao fim de dois anos deixam de receber sms, ou o ecrã começa a perder as cores, ou é o software que sabe deus o que lhe deu. A sério, isto de poder abrir aplicações com um toque é tudo muito giro, mas a minha carteira não ganha para trocar de telemóvel de dois em dois anos.

Manhãs de domingo

Ontem disse a mim própria que ia dormir até tarde. Saí da cama às 8:30h.